Fui...

Depois de ficar na fila das Lojas Americanas do Plaza Shopping abraçado com duas toalhas de mesa de aniversário da Hello Kitty (não só toalhas, mas também copos, velas e convites!!!) - tem coisas que só uma amiga chamada Christiane é capaz de fazer por você - e de dormir depois das 5:30h prá fechar a mono de Arte no Brasil II, relatório de Oficina Tridimensional, presépio para a equipe de teatro e de arrumar as malas... estou partindo para Sampa morrendo de saudades.

E como eu já disse:  eu vou te escangalhar de tanto apertar!!! Segura tua onda, que eu tô chegando.

Volto na segunda, afinal, a última coisa que eu vou querer saber estando em SAmpa é de microcomputador!!! Abçs.

Halloweens, casamentos e conexão Niterói-Santos

... 7, 8, vai!!!  Tudo junto agora!  Pois é... um final de semana badaladíssimo.  Desde a quinta que meu celular bomba de mensagens de São Paulo (e o celular de São Paulo estava bombando também, é claaaaaaaaaaaaaaaro) e fez com que distância Niterói-Santos diminuísse muito.  Até mesmo na hora da festa de halloween eu estava "conectado" à paulicéia.  Menos mal, faz com que fiquemos mais perto um do outro.  Morrendo de saudades, não vejo a hora de viajar de novo.

Foi uma festa "pocket", tirada de uma caixa de papelão pelo Miguel, ornamentada por ele, Camila, Gabi e eu, sonorizada pelo Márcio e abastecida por Rafa e minha irmã, o halloween daqui de casa bombou.  Quer dizer... quase bombou.  Com uma lista reduzidíssima de convidados, e com todo mundo achando que isso aqui era uma boate em Nova Iorque, as "bees" resolveram chegar depois da 1:30h.  Resultado:  quem chegou cedo ficou esperando a festa começar, e quem chegou tarde viu a festa deslanchar e morrer na praia (o vizinho de baixo ligou pedindo prá abaixar o som e ameaçando chamar a polícia).  Ou seja, quando o troço ia engatar, parou.  Mas foi ótimo.  Todo mundo fantasiado, meus pais nem ligaram prá galera louca, bebida normal, som legal e só gente conhecida.  Claro que tiveram os faltosos, que só perderam a festchinha mais descolada do mundo.  O que não rolou foi uma noite de sono legal, afinal eu bebi pencas e não aguentei... capotei no carro mesmo enquanto Rafa e Vivian levavam o DJ prá casa.

Chegando o sábado era hora de devolver a caixa-festa pra Miguel e correr prum casamento chiquéeeeeeeeeeeeeeeeerimo no Outeiro da Glória, e a festa no Porcão Rios (tá boa???).  Mais uma noite a base de champagne e Balantines (com gelo), além de uns coquetéis sem álcool.  Lóoooooooooooogico que eu sacudi o esqueleto e dancei muuuuuuuuuuuuuuuuuuito.  De certo, a melhor parte foi quando o irmão da noiva, minha colega de trabalho, apareceu com um swing (um tipo de malabares de pano).  Simplesmente enlouqueci!  Era igual ao meu e eu queria brincar ali na festa com o dele.  Falei com ela e ela trouxe prá mim!!! (iuuuuuuuuuuuuupi)  Já deu prá ver a cena né?  (a que eu roubei, é claro)  A roda abriu na pista e eu dei um show a parte com o malabares do carinha ao som de "The Killer Song" providencialmente lançada ao ar pelo DJ.  O povo foi ao delírio, inclusive os noivos.  T-U-D-O!!!!  Saí do casório lá prás 3h não esquecendo que o domingo prometia castigo.  Eu ia fiscalizar uma prova de concurso e deveria estar no meu "posto" as 6:30h da manhã... Cheguei ainda com bafo de wisky e um sono infernal.  Santo Alfredo que me acordou a tempo de tomar um banho.  Engraçado como todo mundo estava dopado também, inclusive o povo que foi a festa comigo (hahahahah).

Vale lembrar que o peso da minha manhã de domingo foi aliviado pelos diversos "torpedinhos" eróticos recebidos (e respondidos) lá de Santos, lugar onde meu coração e meu pensamento estava desde a sexta feira.  Eram confissões prá cá, desejos prá lá, beijos pr'ali, mãos pr'acolá.  Enfim, pelo menos em pensamento não passei a manhã sozinhos.  Tinhamos (os dois) ido a casamentos no sábado (no mesmo horário) o que nos unia ainda mais... Pensávamos um no outro, tava lindo!  O pior foi o convite no início da tarde, via torpedo:  "Vou ficar em Santos até quarta, vem prá cá?"  E eu, claro, enlouqueci.  Cismei que tinha que pegar o primeiro ônibus prá Santos, imaginando um jeito de me livrar do expediente de amanhã (segunda).  Cheguei em casa e liguei prá lá... achamos melhor ir no findi, ia ser corrido demais embora a loucura fosse boa.  De qualquer maneira ficamos horas no telefone, mais de uma ligação inclusive.... Tô morrendo de saudade.

Certamente segunda promete muita ressaca e cansaço, mas vou colocar coisas em ordem prá ir a outro casamento na teça pela manhã e na sexta, se Deus quiser e o destino deixar, embarco prá Sampa encontrar meu outro pedaço.  E um recadinho prá lá:  de sexta vc não me escapa, coisinha pequena!  Bjs e até breve.

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